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Para uma relação eficiente entre profissionais de diferentes funções relacionadas a conteúdo, é importante que não exista concorrência entre eles. Apenas um objetivo em comum: um trabalho de qualidade, realizado em conjunto.

 

As atividades de tradução e revisão têm sido mais procuradas no mercado ultimamente.

Essas profissões têm aspectos muito importantes na interação entre si, para ter uma relação profissional de sucesso, o tradutor e o revisor devem considerar o que realmente importa: texto adequado. Não vejo o tradutor e o revisor como concorrentes, mas como cúmplices.

Todos os profissionais da área de tradução sabem como essa relação tradutor – revisor, pode ser estressante. Um tradutor, se preocupa em manter a integridade do conteúdo, sofre a pressão do prazo de entrega, do volume, sem esquecer de todos os outros desafios da função.

Um revisor precisa observar cuidadosamente, ortografia e gramática de cada material e todos os detalhes que serão considerados pelo leitor. Além disso, também sofre as mesmas pressões de prazo, volume e demais desafios do tradutor.

O que torna essa relação complicada, muitas vezes, é que, quando o profissional é novato precisa demonstrar trabalho e pintar totalmente o texto traduzido na busca pelos “erros”. O tradutor acha tão importante manter a integridade do conteúdo que esquece que, para ter um trabalho eficaz, o texto final precisa ser compreensível ao seu público alvo e isso, às vezes, exige muita adaptação de texto. Recorrente nos idiomas de estrutura muito diferente, como no caso das traduções alemão – português ou inglês – português, ou nos inúmeros falsos amigos do italiano e espanhol quando traduzidos do português ou para o português. O revisor lê o texto e não compreende, achando que é preciso fazer mudanças e adaptações.

É nesse meio, entre o trabalho de um e o de outro, que existem opiniões divergentes. As pessoas tem personalidade e cultura diferentes. Ocorrerá compreensão se houver clareza de comunicação.

A clareza na comunicação é consequência de uma comunicação objetiva, profissional, direta, que traz a qualidade perseguida no final.

Ambos os lados devem entender que são colaboradores em um projeto, não inimigos competindo para ver quem é melhor, quem está certo. Ambos têm de colaborar para que o conteúdo fique sim, compreensível a seu público, ortográfica e gramaticalmente correto e interessante, atraente, para ser lido até o final.

Para que isso aconteça sem atritos é importante considerar:

  • O tradutor é humano. Por isso, passível de erro.
  • O revisor também é humano e, também, passível de erro.
  • Equipes de trabalho sempre exigem jogo de cintura, comunicação clara, foco e objetivo comum.

O objetivo de todos deve ser: nas traduções, que o conteúdo traduzido mantenha sua essência e, ainda assim, possa ser compreendido e apreciado dentro da cultura e linguagem para a qual foi traduzido.

Tendo essa perspectiva, posso entender que, se um tradutor erra e o revisor pede correção, ele não está fazendo mais do que o trabalho dele. E, se um revisor erra ou não compreende e pede alterações, o trabalho do tradutor é, também, apontar isso e pedir a correção. Missão impossível?

Nossa meta:

  • Essência da informação preservada;
  • Correção gramatical e ortográfica;
  • Clareza e facilidade de compreensão pelo público alvo;
  • Transmitir a mensagem original, independentemente das adaptações necessárias.

Afinal, somos todos igualmente trabalhadores (tradutores e revisores), cooperando pela transmissão e divulgação de conhecimento, informação, cultura.

A relação tradutor – revisor não precisa ser complicada. Temos de aprender colaboração e respeito mútuo.